07/01/22
Projeto Adélia - Apoio à Parentalidade Positiva
É um lugar seguro, onde se promove a participação e a autonomia da criança, a sua saúde, o bem estar social e emocional de acordo com as suas características e idade.
O Projeto Adélia desenvolve-se em eixos que se interligam: Mais Proteção: Capacitação das famílias para o exercício de uma parentalidade responsável através do desenvolvimento de Planos Locais de Promoção e Proteção dos Direitos das Crianças e Jovens (PLPPDCJ), garantindo a participação efetiva das crianças e de atividades que permitam a melhoria das capacidades parentais. Mais Capacitação: Capacitação de técnicos/as das Comissões de Proteção de Crianças e Jovens e das Entidades com Competência em Matéria de Infância e Juventude no domínio da melhoria das competências e desempenho parental, nomeadamente, capacitação no âmbito dos Programas “Anos Incríveis”, “Mais Família-Mais Jovem” e “Crianças no Meio do Conflito”. Criação do Conselho Nacional de Crianças e Jovens visando a participação social e política, nomeadamente em temáticas tratadas na CNPDPCJ como por exemplo os Direitos da Criança. Mais Famílias Positivas: Sensibilização, seminários, workshops e campanhas para públicos estratégicos, famílias e comunidade, no âmbito da promoção da parentalidade positiva e dos direitos das crianças e jovens. Mais Inovação Social: Programa de Ideação e Aceleração – Design Thinking para a Inovação Social. Concurso de ideias e soluções inovadoras para a promoção da parentalidadeepositiva.
SELO PROTETOR -
São já 2 os Agrupamentos de Escola, da área de competência territorial da CPCJ de Santarém, que foram certificados com o Selo Protetor, o Agrupamento de Escolas D. Afonso Henriques e o Agrupamento de Escolas Alexandre Herculano.
Os Agrupamentos de Escolas Dr. Ginestal Machado e Sá da Bandeira apresentaram as suas candidaturas à 4ª edição, aguardando o resultado das mesmas.
Porque o superior interesse da criança é a nossa prioridade, trabalhamos juntos para o mesmo objetivo, o bem estar geral e felicidade das nossas crianças!
SELO PROTETOR - 4ª Edição 2021-2023
Foram abertas as candidaturas para a atribuição do Selo 2021-2023, entre os dia 25 de março e 11 de junho de 2021. Para mais informações consultar https://www.cnpdpcj.gov.pt/selo-protetor
18/02/19
Intervenção da Comissão
Na Comissão de Proteção confrontamo-nos diariamente com problemas complexos que exigem, conhecimento cientifico/técnico, articulações múltiplas, intervenções específi- cas, capacidade para integração dos diversos factores perigo /factores protetores, com- preensão para análise das situações no seu “todo”, isenção na ação, imparcialidade, com- preensão sobre os problemas, sensibilidade nas relações com as famílias.
A famílias apresentam-se cada vez mais diversas, mais conhecedora dos seus direitos e mais exigentes com os serviços. Por outro lado, também se apresentam frágeis, procu- ram ajuda e mostram-se recetivas à intervenção.
O conhecimento da estrutura familiar e de outros dados relacionados com a família, tem uma importância fundamental, dada a influência deste ecossistema no bem estar e na qualidade de vida das crianças, a nível orgânico, psicológico, moral, social e cultural, e a sua função como “primeira célula” social.
Não é pois, demais reafirmar que a família é o núcleo mais importante da vida da criança e o factor protetor onde deve existir mais investimento por parte do Estado.
Na Comissão temos tentado pautar a nossa intervenção respeitando as famílias nas suas diversidades procurando, com elas, encontrar respostas que correspondam às suas ne- cessidades e às necessidades das crianças, procurando garantir-lhes as melhores condi- ções de vida durante a infância, pois sabemos que é na infância que tudo “se joga”, sendo de primordial importância os primeiros anos de vida.
É por isso, de extrema importância, um acompanhamento de proximidade às famílias, uma intervenção multidisciplinar que mobilize as áreas da educação da saúde da inter- venção social, pedagógica, que envolva toda a rede de parceiros e comunidade, e que seja atempada: quer a cuidar/proteger as crianças e jovens e famílias, quer a sinalizar, quer a intervir.
A famílias apresentam-se cada vez mais diversas, mais conhecedora dos seus direitos e mais exigentes com os serviços. Por outro lado, também se apresentam frágeis, procu- ram ajuda e mostram-se recetivas à intervenção.
O conhecimento da estrutura familiar e de outros dados relacionados com a família, tem uma importância fundamental, dada a influência deste ecossistema no bem estar e na qualidade de vida das crianças, a nível orgânico, psicológico, moral, social e cultural, e a sua função como “primeira célula” social.
Não é pois, demais reafirmar que a família é o núcleo mais importante da vida da criança e o factor protetor onde deve existir mais investimento por parte do Estado.
Na Comissão temos tentado pautar a nossa intervenção respeitando as famílias nas suas diversidades procurando, com elas, encontrar respostas que correspondam às suas ne- cessidades e às necessidades das crianças, procurando garantir-lhes as melhores condi- ções de vida durante a infância, pois sabemos que é na infância que tudo “se joga”, sendo de primordial importância os primeiros anos de vida.
É por isso, de extrema importância, um acompanhamento de proximidade às famílias, uma intervenção multidisciplinar que mobilize as áreas da educação da saúde da inter- venção social, pedagógica, que envolva toda a rede de parceiros e comunidade, e que seja atempada: quer a cuidar/proteger as crianças e jovens e famílias, quer a sinalizar, quer a intervir.
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